Bem vindo ao Apostolado Beata Imelda e Eucaristia!

A nossa intenção é a de divulgar a história da Bem-Aventurada Imelda Lambertini, dominicana, que faleceu aos 11 anos de idade logo após a sua Primeira Comunhão. O conteúdo do blog se restringirá apenas à meditações sobre a vida e exemplo da Beata Imelda Lambertini e também a postagens de textos e escritos dos mais diversos santos que tenham registrado documentos à respeito da Santa Missa e da Santíssima Eucaristia.

"Não sei como as pessoas não morrem de alegria ao receberem Nosso Senhor na Eucaristia!" (Beata Imelda Lambertini).

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Do Sacramento do Altar - Devota exortação à sagrada comunhão (Parte III)


Devota exortação à sagrada comunhão

Para melhor refletirmos à respeito da importância de se receber bem Sagrada Comunhão



Ó graça admirável e oculta deste Sacramento, que só dos fiéis de Cristo é conhecida, mas que os infiéis e escravos do pecado não podem experimentar! Neste Sacramento se dá a graça espiritual, recupera a alma a força perdida, refloresce a formosura deturpada pelo pecado. Tamanha é, às vezes, esta graça, que, pela abundância da devoção recebida, não só a alma, mas ainda o corpo fraco sente-se munido de maiores forças.


É, porém, muito para chorar e lastimar a nossa tibieza e negligência, o pouco fervor em receber a Jesus Cristo, em quem reside toda a esperança e merecimento dos que se hão de salvar. Porque ele é a nossa santificação e redenção, ele o consolo dos peregrinos e o gozo eterno dos santos. E assim é muito pra chorar o pouco caso que tantos fazem deste salutar mistério, sendo ele a alegria do céu e a conservação de todo o mundo. Ó cegueira e dureza do coração humano, que tão pouco estima esse dom inefável, antes, com o uso cotidiano que dele faz, chega a cair na indiferença!


Pois, se esse augusto Sacramento se celebrasse num só lugar e fosse consagrado por um só sacerdote no mundo, com quanto desejo imaginas que acudiriam os homens a visitar aquele lugar e aquele sacerdote a fim de assistir à celebração dos divinos mistérios? Agora, porém, há muitos sacerdotes, e em muitos lugares Cristo é oferecido, para que tanto mais se manifeste a graça e o amor de Deus para com os homens, quanto mais largamente é difundida pelo mundo a sagrada comunhão. Graças vos sejam dadas, bom Jesus Pastor eterno, que vos dignais sustentar-nos a nós, pobres e desterrados, com vosso precioso corpo e sangue, e até convidar-nos, com palavras de vossa própria boca, à participação desses mistérios, dizendo: Vinde a mim todos que penais e estais sobrecarregados, e eu vos aliviarei.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A Primeira Procissão do Santíssimo Sacramento em Lourdes em 1888




As grandes peregrinações de Lourdes, após a que se efetuou em 1888, revestem-se agora de um caráter particular: a procissão eucarística, em que o Divino Sacramento faz refulgir sua glória e seu poder. De certo, o Salvador Jesus não era esquecido, anteriormente, nas piedosas homenagens prestadas à sua Santa Mãe; sem dúvida, igualmente. Maria operava as suas curas admiráveis nos corpos e nas almas, pela virtude omnipotente de seu Filho, cuja Presença real domina o recinto da Gruta bendita, visto que somente Deus é autor de toda maravilha. Mas, naquele ano, conforme refere o Jornal de Lourdes, "aprouve à nossa boa Mãe ocultar-se para fazer manifestar-se com mais esplendor seu divino Filho na Eucaristia."

O dia 21 de agosto de 1888 foi, para a peregrinação nacional, um dia de provação: registraram-se poucos milagres e, à tarde, desabou uma tremenda tempestade que impediu de se realizar a costumada procissão das lanternas. Diante da tristeza dos peregrinos, que, contudo, não haviam perdido a confiança, um pensamento do céu ocorreu de repente a um piedoso Sacerdote. Fazer-se uma aclamação triunfal ao Santíssimo Sacramento e, enquanto o Deus da Eucaristia passasse no meio dos doentes, a multidão prorrompesse em aclamações, repetindo as mesmas súplicas com que se obtiveram milagres do Salvador durante sua vida mortal. O projeto foi acolhido, naturalmente, com entusiasmo.
No dia seguinte, às quatro horas da tarde, Jesus-Hóstia saía da Basílica precedido e acompanhado por inúmeros fiéis empunhando círios. Após a Bênção, na Gruta, começaram as invocações, assinaladas por uma alegria e fervor indescritíveis. Um impulso de entusiasmo divino dominava a assembleia. De todos os catres, de todos os leitos, de todas as carruagens em que os enfermos se apresentavam, alguma coisa de súplice e tocante se fazia ouvir, e a multidão, num movimento unânime, clamava ao Filho da Imaculada, como outrora o paralítico e o cego de Jericó: "Se quiserdes, Senhor, me podeis curar!"

Eis que, diante da Gruta, oito doentes se levantaram. Como descrever esta cena? Ao ser entoado o Magnificat, foi impossível conter as lágrimas.

E, depois, todos os anos, nas procissões numerosas que passam diante da Gruta milagrosa, constata-se o mesmo entusiasmo de fé, igual ardor de oração por parte dos fiéis, e, da parte de Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento, iguais prodígios de sua misericordiosa omnipotência. Verdadeiramente, Maria preparou, em Lourdes, o triunfo de seu Filho Sacramentado.

(Os Milagres históricos do Santíssimo Sacramento,
pelo Pe. Eugenio Cout)

PRÁTICA — Pedir a Maria pela fiel perseverança das almas consagradas a Jesus no claustro ou no mundo.

JACULATÓRIA — Ó Maria, quais criancinhas recém-nascidas, nós vos pedimos o leite espiritual de nossas almas, Jesus Eucaristia.

A Vida de Adoração em União com Maria (Parte II - Final)




II. Examinai vossa vida passada! Não é verdade que já tínheis uma grande devoção a Maria Santíssima antes mesmo de vos dedicardes à Eucaristia? Suspiráveis por seu amor e por sua pureza, embora sem conhecer a sua vida eucarística. Já dizíeis: "Oh! se eu possuísse as virtudes de minha Mãe Santíssima, para servir a Jesus!" Era esse um primitivo atrativo. Fazíeis então como a criancinha que, não podendo pegar na mão de sua mãe, a segura pelo avental ou pela saia, e se esta se afasta um instante, julga que está perdida.
A mãe constitui um centro, e permanece sempre um centro; sentimos a necessidade de viver com ela e de permanecer ao seu lado.

A Santíssima Virgem não é como os santos, que concede certas e determinadas graças. Maria concede todas as graças e por isto sempre necessitamos d'Ela.

É ainda a mãe que ensina ao filhinho as palavras que agradarão ao pai; é ela quem compõe o cumprimento que deverá recitar; e ainda quem prepara o banquete ao gosto do pai. Percebeis onde quero chegar? Quero vos dizer: adorai o Nosso Senhor em companhia da Santíssima Virgem, Não digo permanecei n’Ela; não, Jesus ai está diante de vós para irdes diretamente a Ele, porém fazei-o sem Maria, vivei com Ela e n’Ela; visto que Nosso Senhor vô-LA deu como diretora, jamais deveis adorar sem Ela. Dizei-lhe: "Minha boa Mãe, acompanhai-me; a mãe sempre acompanha seu filho; sem vós nada saberei dizer."

Imaginai ver Maria de joelhos no Cenáculo; vede-A adorando seu Filho oculto na Eucaristia. Oh! quão agradável era a Jesus o que lhe dizia sua Mãe! Como sabia comover o coração do seu Filho! Ajoelhai-vos, pois ao lado de Maria: não queirais caminhar só, não andeis adiante, mas permanecei ao lado d'Ela, fazendo com Ela uma única adoração, apresentando a mesma homenagem. "Oh! Jesus, eu não sei adorar, mas ofereço-vos as palavras, os transportes do coração de vossa Mãe, que é também minha: não sei adorar, mas repetir-vos-ei sua adoração pelos pecadores, pela conversão do mundo e por todas as necessidades da Igreja."

Desse modo contentareis o coração de Maria. Ela vos mostrará a Jesus dizendo-Lhe: "Oh! meu Filho, vede como eu revivo nesta alma, como continuo a adorar-vos nela e por ela!"

Oh! sim, se alguém deve honrar, amar o servir a Maria, é certamente aquele que faz profissão de viver pela Eucaristia, porque precisa de Maria para adorar; na adoração, Maria e o adorador devem se identificar. Ah! deixai que a Santíssima Virgem governe vossa vida, deixai que Ela vos leve a Jesus! Maria só deseja uma coisa: a glória de Seu Divino Filho e a vossa felicidade.

domingo, 11 de novembro de 2012

Do Sacramento do Altar - Devota exortação à sagrada comunhão (Parte II)


Devota exortação à sagrada comunhão

Para melhor refletirmos à respeito da importância de se receber bem Sagrada Comunhão




Demais, há grandíssima diferença entre a arca da aliança com suas relíquias e vosso puríssimo corpo com suas inefáveis virtudes; entre aqueles sacrifícios da lei, que eram apenas figuras do futuro, e o sacrifício verdadeiro de vosso corpo, que é o cumprimento de todos os sacrifícios antigos. Por que, pois, se me não acende melhor o meu coração na vossa adorável presença? Por que me não preparo com maior cuidado para receber vosso santos mistério, quando aqueles santos patriarcas e profetas, reis e príncipes, com todo o povo, mostraram tanta devoção e fervor no culto divino?



Com religioso transporte dançou o piedosíssimo rei Davi diante da arca da aliança, em memória dos benefícios concedidos outrora a seus pais; mandou fabricar vários instrumentos musicais, compôs salmos e ordenou que se cantassem com alegria, e ele mesmo os cantava muitas vezes ao som da harpa; ensinou ao povo de Israel a louvar a Deus de todo o coração e engrandecê lo e bendizê-lo todos os dias, a uma voz. Se tanta era, então, a devoção e o fervor divino diante da arca do testamento, quanta reverência e devoção devo eu ter agora, e todo o povo cristão, na presença do Sacramento e na recepção do preciosíssimo corpo de Cristo!


Correm muitos a diversos lugares para visitar as relíquias dos santos, e se admiram ouvindo narrar os seus feitos; contemplam os vastos edifícios dos templos e beijam os sagrados ossos, guardados em seda e ouro. E eis que aqui estais presente diante de mim, no altar, vós, meu Deus, Santo dos santos. Criador dos homens e Senhor dos anjos. Em tais visitas, muitas vezes é a curiosidade e a novidade das coisas que move os homens; e diminuto é o fruto de emenda que recolhem, principalmente quando fazem essas peregrinações com leviandade, sem verdadeira contrição. Aqui, porém, no Sacramento do Altar, vós estais todo presente, Deus e homem, Cristo Jesus; aqui o homem recebe copioso fruto de eterna salvação, todas as vezes que vos recebe digna e devotamente. Aí não nos leva nenhuma leviandade, nem curiosidade ou atrativo dos sentidos, mas sim a fé firme, a esperança devota e a caridade sincera.


Ó Deus invisível, Criador do mundo, quão maravilhosamente nos favoreceis, quão suaves e ternamente tratais com vossos escolhidos, oferecendo-vos a vós mesmo como alimento, neste Sacramento! Isto transcende todo entendimento, isto atrai os corações dos devotos e acende o seu amor. Porque esses teus verdadeiros fiéis, que empregam toda a sua vida na própria emenda, recebem muitas vezes deste augusto Sacramento copiosa graça de devolução e amor à virtude.

sábado, 10 de novembro de 2012

Maria Santíssima incita um religioso a Comungar



É tão grande o desejo da Santíssima Virgem de que recebamos frequentemente o seu divino Filho, fonte de todo bem e de toda graça, que certa vez se dignou exortar em pessoa um bom religioso a quem um temor exagerado de sua indignidade afastava do divino banquete. Ao se preparar um dia para a Santa Comunhão, assistindo piedosamente a Missa, viu ele nas mãos do Sacerdote, em lugar da Hóstia, Jesus Crucificado, deixando jorrar das chagas dos pés o sangue em abundância. Sentiu-se o religioso tão impressionado que não ousou se aproximar da Santa Mesa. Terminada a Missa, continuou a rezar, ainda sob o peso de sua angústia, quando lhe apareceu a Virgem Imaculada perguntando-lhe por que não fora receber o Corpo de seu amado Filho. O bom Religioso respondeu-lhe que se achava por demais indigno. “E quando conseguireis, retrucou-lhe a Mãe de Deus, tornar-vos digno de participar deste Sacramento? Pedi vós mesmo ao meu Filho que Ele se digne preparar-vos como Lhe apraz e, dora em diante, não vos afasteis, por conta própria, da Sagrada Comunhão.”

(Nicolau Laghi, trat. III, c. I.)

PRÁTICA — Preparar-se à Comunhão, quanto possível, assistindo a Santa Missa.

JACULATÓRIA — Ó bem-aventurada Virgem Maria! Jesus encontrou em vós o seu ninho E aí permaneceu com amor!

Menina carioca de 9 anos com profundo amor pela Eucaristia poderá ser beatificada


A menina carioca de nove anos, Odette Vidal de Oliveira, mais conhecida como “Odetinha”, pode se tornar uma beata brasileira. A Congregação para as Causas dos Santos, órgão do Vaticano, aprovou na quarta-feira, 31 de outubro, o início do seu processo de beatificação. 

A partir de janeiro de 2013, deve ser aberto o processo na fase diocesana, a fim de reunir todo histórico, depoimentos e detalhes sobre a vida da jovem. 

Mística da Eucaristia, ao receber a comunhão, com apenas 7 anos de idade, ela já tinha abertura de coração para pedir: “Oh meu Jesus, vinde agora ao meu coração!”. 

Reconhecendo sua fé viva, sua confiança inabalável e intenso amor por Deus e pelo próximo, a Igreja no Rio de Janeiro criou uma comissão coordenada pelo Vigário Episcopal para a Vida Consagrada, Dom Roberto Lopes, para apresentar a candidata oficialmente à Congregação para as Causas dos Santos.

"O primeiro passo foi apresentar a Odetinha, fazendo o pedido oficial à Congregação para as Causas dos Santos, para darmos o início às pesquisas. O Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, abençoou e assinou esse nosso pedido e, agora, a Congregação já responde àquilo que nós estávamos esperando, que é o 'nihil obstat'. O próximo passo é a abertura do processo arquidiocesano. Temos como projeto que, no dia 18 de janeiro de 2013, durante a festa de São Sebastião, se faça essa abertura, quando Dom Orani vai nomear o tribunal, com todos os responsáveis e, a partir daí, a equipe vai convocar todas as pessoas que por ventura tiveram contato com a Odetinha, para que as mesmas respondam perguntas a seu respeito. A ideia inicial é que também, no dia 20 de janeiro, tenhamos uma Missa na Catedral, onde seja designada a Igreja para a qual Odetinha será levada e onde vão ficar suas relíquias. Teremos a exumação de seu corpo e uma série de atividades vão acontecer até o mês de janeiro, preparando tudo isso",contou Dom Roberto.

“Nihil obstat” é uma expressão do latim que significa "nada impede". É a aprovação oficial, do ponto de vista moral e doutrinário, realizada por um órgão da Igreja Católica. 

Breve Histórico
Odette Vidal de Oliveira nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 15 de setembro de 1930. Chamada carinhosamente pelos pais de “Odetinha”, lírio de pureza e caridade, dotada de um amor extraordinário a Jesus Eucarístico, ia à missa com sua mãe. Desde muito pequena, aos quatro anos, já possuía colóquios íntimos com o Senhor Sacramentado.

Tendo se mudado para o bairro de Botafogo, na zona sul do Rio, fez a sua Primeira comunhão no Colégio São Marcelo, da Paróquia Imaculada Conceição, ao lado de sua casa, em 15 de agosto de 1937, aos sete anos de idade. Desde então, ao receber a comunhão, dizia: “Oh meu Jesus, vinde agora ao meu coração!”. Seu confessor atestou sua fé viva, confiança inabalável, intenso amor a Deus e ao próximo.

Demonstrou profunda caridade para com os pobres e a busca da santidade de forma impressionante e extraordinária para uma criança tão nova. Inserida de fato na causa de promoção dos mais carentes, gostava muito de ajudá-los com obras concretas de misericórdia, e atividades caritativas semanais (sua mãe fazia uma feijoada aos sábados para os pobres a seu pedido e ela colocava seu avental e servia a todos alegremente). Irradiou e inspirou uma imensa obra social, assumida com seriedade pelos seus pais, tornando-os grandes apóstolos da caridade por toda sua vida. Estes colaboraram efetivamente com muitos Institutos de Vida Religiosa, salvando alguns da falência, além do trabalho com as meninas órfãs (um pedido de Odetinha), até hoje administrado por religiosas e voluntários.

Sua piedade explica o segredo de todo o bem que realizou com máxima paciência, admirada por todos até o fim. A modéstia e o pudor foram um grande sinal de uma alma pura e boa, nos divertimentos mais inocentes de sua infância. Amava os lírios e rezava o terço diariamente, revelando, assim, sua confiança total em Nossa Senhora. Queixava-se, ainda, pelo fato de São José, que tanto trabalhou e sofreu por Jesus e Nossa Senhora, ser tão pouco honrado.

Nos últimos quarenta e nove dias de sua vida sofreu dolorosa enfermidade – paratifo, suportada com paciência cristã. No leito de dor, dizia: “Eu vos ofereço, ó meu Jesus, todos os meus sofrimentos pelas missões e pelas crianças pobres (Cf. Ef. 5, 1-2)”. No dia de sua morte, ocorrida em 25 de novembro de 1939, Odetinha recebeu a Sagrada Comunhão às 7h30min e na ação de graças disse: “Meu Jesus, meu amor, minha vida, meu tudo”. Assim, serenamente, às 8h20min entregou sua alma inocente a Deus.

Ele escolhe tantas vezes os pequeninos para tornar mais evidente as maravilhas de sua Graça. “Foi arrebatada para que a malícia não lhe mudasse o modo de pensar ou para que as aparências enganadoras não seduzissem a sua alma”. (Sb. 4,11).

Seu túmulo situa-se na quadra 06, n.º. 850, no Cemitério São João Batista (Botafogo). Até hoje é um dos mais visitados, sobretudo aos sábados e domingos, por inúmeras pessoas que ali acorrem para agradecer benefícios espirituais e temporais que atribuem à sua intercessão junto a Deus. Sua biografia oficial, lançada no ano seguinte de sua morte pelo Padre Afonso Maria Germe, causou grande comoção na sociedade carioca.

Eis como Odetinha rezava seu “Tercinho de amor”: nas contas pequenas – “Meu Jesus eu vos amo!”; nas contas grandes – “Quero passar meu céu fazendo bem à terra”; nas três últimas contas – “Meu Jesus, abençoai-me, santificai-me, enchei o meu coração de vosso amor”.

Oração
Ó querido Jesus, que escolhestes as criancinhas, curando-as e as abençoando, demonstrando particular predileção por elas, que Vos louvam com um louvor perfeito e revelando, assim, o Reino de Deus aos menos favorecidos da sociedade, aos simples e aos humildes.

Olhai com carinho nosso pedido, pelos méritos infinitos de Vosso Santíssimo Coração e do Coração Imaculado da Santíssima Virgem que, se for para a Vossa maior Glória e bem de nossas almas, Vos digneis glorificar, diante de toda a Igreja, a menina Odete Vidal de Oliveira (Odetinha), lírio de pureza e caridade da Igreja Particular de São Sebastião do Rio de Janeiro e exemplo de vida para o povo de Deus.

Unidos em Comunhão eucarística e guiados pela doçura do Espírito Santo, concedei-nos, por sua intercessão, a graça que Vos pedimos. Amém.


Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai.



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Fonte: http://arquidiocesedecampogrande.org.br/arq/noticias/noticias-do-ms-e-brasil/8488-menina-carioca-de-9-anos-pode-ser-beatificada.html

http://www.padremarcelotenorio.com/