Bem vindo ao Apostolado Beata Imelda e Eucaristia!

A nossa intenção é a de divulgar a história da Bem-Aventurada Imelda Lambertini, dominicana, que faleceu aos 11 anos de idade logo após a sua Primeira Comunhão. O conteúdo do blog se restringirá apenas à meditações sobre a vida e exemplo da Beata Imelda Lambertini e também a postagens de textos e escritos dos mais diversos santos que tenham registrado documentos à respeito da Santa Missa e da Santíssima Eucaristia.

"Não sei como as pessoas não morrem de alegria ao receberem Nosso Senhor na Eucaristia!" (Beata Imelda Lambertini).

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

"Eis o Coração que tanto amou o mundo!" - Parte 1 - S. Pedro Julião Eymard



S. Pedro Julião Eymard

Ao Coração de Jesus, vivo no Santíssimo Sacramento, honra, louvor, adoração e realeza por todos os séculos dos séculos!
(cf. Ap 5,12-13)

A finalidade da festa do Sagrado Coração é honrar, mais fervorosa e ardentemente, o amor de Jesus Cristo sofrendo e instituindo o Sacramento de seu Corpo e Sangue.

A fim de penetrar no espírito da devoção para com o Coração de Jesus, é mister, portanto, honrar os sofrimentos do Salvador e reparar as ingratidões de que é diariamente saturado na Eucaristia.

Quão profundas foram as dores do Coração de Jesus! Todas as provocações convergiram para Ele. Foi cumulado de humilhações, ferido pelas mais revoltantes calúnias, que procuravam roubar-Lhe a honra; foi saciado de opróbrios e coberto de desprezos. Apesar de tudo isto, porém, ofereceu-se voluntariamente, sem a mais leve queixa. Seu amor foi mais forte que a morte, e as torrentes da desolação não conseguiram arrefecer-lhe o ardor (cf. Ct 86-7).

Essas dores já terminaram, sem dúvida, mas, desde que Jesus as suportou por nós, o nosso reconhecimento deve persistir, e compete ao nosso amor honrá-las como se estivessem presentes aos nossos olhos.

domingo, 18 de novembro de 2012

Santo Agostinho: "Ninguém come esta carne, sem antes a adorar; (...) pecaríamos se não a adorássemos"




Gostaríamos neste dia de recordar algumas esclarecedoras palavras do Doutor da Graça a respeito da adoração da Santíssima Eucaristia propositalmente esquecidas pelos "liturgistas" nos últimos anos, mas felizmente relembradas pelo Santo Padre no n. 66 da Exortação Apostólica Pós-Sinodal Sacramentum Caritatis:

Quando a reforma dava os primeiros passos, aconteceu às vezes não se perceber com suficiente clareza a relação intrínseca entre a Santa Missa e a adoração do Santíssimo Sacramento; uma objeção então em voga, por exemplo, partia da ideia que o pão eucarístico nos fora dado não para ser contemplado, mas comido. Ora, tal contraposição, vista à luz da experiência de oração da Igreja, aparece realmente destituída de qualquer fundamento; já Santo Agostinho dissera: « Nemo autem illam carnem manducat, nisi prius adoraverit; (...)peccemus non adorando – ninguém come esta carne, sem antes a adorar; (...) pecaríamos se não a adorássemos » (Enarr. in Ps 98, 9, CCL XXXIX, 1385). De fato, na Eucaristia, o Filho de Deus vem ao nosso encontro e deseja unir-Se conosco; a adoração eucarística é apenas o prolongamento visível da celebração eucarística, a qual, em si mesma, é o maior ato de adoração da Igreja: receber a Eucaristia significa colocar-se em atitude de adoração d'Aquele que comungamos.


Fonte: http://catolicostradicionais.blogspot.com.br

Missas oferecidas em honra à Nossa Senhora como tesouros de graças




Entre os santos personagens que ilustraram o século XVII, muitos nos mostram como podemos unir o culto da Eucaristia à devoção para com a Santíssima Virgem, fazendo-os se auxiliarem mutuamente.

O venerável Cardeal de Bérulle, que mereceu do Papa Urbano VIII o título de Apóstolo do Verbo Encarnado, e cuja predileção por Maria era mais angélica do que humana, e o Padre de Condren, que recebeu, conforme atestam os mais ilustres doutores de seu tempo, luzes sublimes sobre os mistérios, tinham o costume de oferecer a Santa Missa, aos sábados, em
honra da Santíssima Virgem. 

Mons. Olier, o santo fundador de São Sulpício e o reformador do clero na mesma época, imitou-lhes esta piedosa prática; fazia celebrar diariamente três missas, cujos frutos colocava entre as mãos da Santa Virgem, afim de que, oferecendo-os a seu Filho, obtivesse para a Igreja tesouros infinitos de graças.

Houve também um piedoso missionário jesuíta, em Québec, que propôs a São João Eudes, fundador da Congregação que tem o seu nome, um projeto de associação de padres, que se chamariam os Capelães de Nossa Senhora, e que se deveriam unir para oferecer o Santo Sacrifício segundo as intenções desta augusta Rainha do Céu, afim, dizia ele, de que o Filho de Deus se apresentasse ao seu Pai, no estado de Hóstia, pelas mãos puríssimas d'Aquela de quem se servira para descer até nós em se fazendo homem.

(Vida de m. Olier, t. II, passim,).

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Maria — Mãe dos Adoradores da Eucaristia (Parte I)


I.   Se nossa vida não estivesse sob o patrocínio de Nossa Senhora, poderia haver dúvidas quanto à nossa perseverança e salvação. Nossa vocação, que de modo especial nos liga ao serviço do divino Reidos reis, exige terminantemente que recorramos a Maria. No Santíssimo Sacramento Jesus é Rei, e quer a seu serviço servos adestrados e que tenham feito o seu tirocínio; antes de alguém se apresentar ao rei, aprende a servir. Jesus nos deixou sua divina Mãe para ser a Mãe e o Modelo dos adoradores. Segundo a opinião mais aceita, deixou-A vinte e cinco anos na terra para que nos ensinasse a adorá-lO perfeitamente. 

Quão sublime foi esta vida de vinte e cinco anos passados na adoração! Quando se considera o amor que Jesus dedicava a sua Mãe, fica-se admirado de que tenha consentido separar-se d'Ela. Acaso não atingira o seu termo a santidade de Maria? Não tinha sofrido bastante no Calvário, onde padeceu mais do que todas as criaturas?  Sem dúvida; porém os interesses da Eucaristia reclamavam sua presença; Jesus não queria ficar no Santíssimo Sacramento sem a companhia de sua Mãe; não desejava que a primeira hora da adoração eucarística fosse confiada a pobres adoradores, incapazes de adorá-10 dignamente. Os Apóstolos, obrigados a se dedicar à salvação das almas, não dispunham do tempo necessário à adoração eucarística; apesar do amor que os teria retido aos pés do Tabernáculo, a sua missão de apóstolos chamava-os a outros lugares. 

Aos cristãos, semelhantes a criancinhas ainda no berço, era necessário uma boa mãe que os educasse e um modelo que pudessem copiar; e foi a Sua Mãe Santíssima que Jesus Cristo lhes deixou.

Comunhão na mão, é correto?

Não, e jamais será!



Na comunhão recebemos, sob a aparência de pão, mas real, verdadeira e substancialmente o Corpo, Sangue, Alma e Dinvidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, como alimento espiritual de nossa alma.

A Comunhão deve ser recebida apenas pelas mãos sagradas do Sacerdote.

"Por reverência a este sacramento [a Santa Eucaristia], nada o toca a não ser o que é consagrado; por isso o corporal e o cálice são consagrados, e, da mesma forma, as mãos dos sacerdotes para tocar este Sacramento". - São Tomás de Aquino (1225-1274); Suma Teológia, Pars III, Q.82, Art. 3, ad 8)

"O fato de só os padres darem a Santa Comunhão com suas mãos consagradas é uma Tradição Apostólica." - Infalível e Dogmático Concílio de Trento (1545-1565)

"Tocar as espécies sagradas e distribuí-las com suas próprias mãos é um privilégio dos ordenados [sacerdotes]". - Papa João Paulo II; Dominicae Cenae, sec. 11.

A Comunhão recebe-se de joelhos pois é o próprio Filho de Deus, Nosso Senhor Jesus Cristo, ainda achamos pouco?
A Comunhão recebe-se na boca.
O Papa Santo Eutiquiano (275-283) proibiu os fiéis de receberem a Santa Hóstia nas mãos.

6º Concílio Ecumênico em Contantinopla (680-681)Proibiu os fiéis de receberem a Santa Hóstia nas mãos, ameaçando os transgressores com a pena de Excomunhão.

Papa Paulo VI (1963-1978)"Este método [na língua] deve ser mantido." - Carta Apostólica "Memoriale Domini"

Papa João Paulo II (1978-2005)"Não é permitido que os próprios fiéis peguem o Pão Consagrado e o Cálice Sagrado, menos ainda que eles os passem uns para os outros". (Inaestimabile Donum, 17/04/1980, sec. 9)

"O pão que vos hei de dar é a minha carne para vida do mundo". (Jo 5, 52)

"Tomai e comei: isto é o meu corpo, que será entregue por vós; fazei isto em minha memória". (Mt 26 e 2Cor 11)

"Quem come a minha carne e bebe o meu sangue fica em mim e eu nele"(Jo 6, 57)

"As palavras que vos tenho dito são espírito e vida". (Jo 5, 64)

Leia o texto à seguir:

"A Idéia primeira sobre a instituição dos ministros da Eucaristia, veio da Maçonaria, que já estava infiltrada na Igreja com a missão de destruí-la começando de seu interior. Eles chegaram a conclusão que conseguindo que a Sagrada Comunhão fosse distribuida pelos próprios leigos, diminuiriam bastante o valor sacro desse sacramento, tornado assim uma atitude corriqueira, que o valor que Ela contém seria amenizada. Desta forma infiltrados em Conferências Epíscopais, conseguiram de Roma tal tolerância,em permitir o seu uso."

O texto acima foi retirado de um livro onde trata de assuntos relacionados ao tema: "Maçonaria X Igreja Católica". De início, a idéia de leigos entregarem a Santa Comunhão a outros leigos iria diminuir (e muito!) o valor do Sacramento. Depois do batismo e da confirmação, este deve ser um dos sacramentos menos valorizados por parte dos "católicos" que não são tão "praticantes" ou que não dão um merecido valor à Igreja.

Com esta novidade, o que era um momento solene, se tornou algo comum. Como se o momento da comunhão fizesse parte de um "rito qualquer" da Missa. Os leigos não possuem poder nem autoridade nenhuma para distribuirem a Santíssima Eucaristia para outros leigos, isto é uma tarefa única e exclusivamente do sacerdote. Com este desvalorizamento do sacramento, muitas pessoas comungam apenas por comungar, indo contrário ao que diz São Paulo em uma de suas cartas aos Conríntios:

"Por isso, todo aquele que comer do pão ou beber do cálice do Senhor indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Portanto, cada um examine a si mesmo antes de comer deste pão e beber deste cálice,pois aquele que come e bebe sem discernir o Corpo, come e bebe a própria condenação." (1Cor 11, 27-29)


Fonte: http://catolicostradicionais.blogspot.com.br/

Trecho do livro "Milagres da Hóstia Santa" - Milagre Eucarístico ocorrido na Palestina



"Os muçulmanos são pagãos. Não admitem a divindade de Jesus e odeiam os cristãos. Muitas vezes, em seus países, os perseguiram duramente, fazendo elevado número de mártires da fé católica." (ROMANO. Milagres da Hóstia Santa, editora Paulinas, 1956)





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