Bem vindo ao Apostolado Beata Imelda e Eucaristia!

A nossa intenção é a de divulgar a história da Bem-Aventurada Imelda Lambertini, dominicana, que faleceu aos 11 anos de idade logo após a sua Primeira Comunhão. O conteúdo do blog se restringirá apenas à meditações sobre a vida e exemplo da Beata Imelda Lambertini e também a postagens de textos e escritos dos mais diversos santos que tenham registrado documentos à respeito da Santa Missa e da Santíssima Eucaristia.

"Não sei como as pessoas não morrem de alegria ao receberem Nosso Senhor na Eucaristia!" (Beata Imelda Lambertini).

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Comunhão na mão, é correto?

Não, e jamais será!



Na comunhão recebemos, sob a aparência de pão, mas real, verdadeira e substancialmente o Corpo, Sangue, Alma e Dinvidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, como alimento espiritual de nossa alma.

A Comunhão deve ser recebida apenas pelas mãos sagradas do Sacerdote.

"Por reverência a este sacramento [a Santa Eucaristia], nada o toca a não ser o que é consagrado; por isso o corporal e o cálice são consagrados, e, da mesma forma, as mãos dos sacerdotes para tocar este Sacramento". - São Tomás de Aquino (1225-1274); Suma Teológia, Pars III, Q.82, Art. 3, ad 8)

"O fato de só os padres darem a Santa Comunhão com suas mãos consagradas é uma Tradição Apostólica." - Infalível e Dogmático Concílio de Trento (1545-1565)

"Tocar as espécies sagradas e distribuí-las com suas próprias mãos é um privilégio dos ordenados [sacerdotes]". - Papa João Paulo II; Dominicae Cenae, sec. 11.

A Comunhão recebe-se de joelhos pois é o próprio Filho de Deus, Nosso Senhor Jesus Cristo, ainda achamos pouco?
A Comunhão recebe-se na boca.
O Papa Santo Eutiquiano (275-283) proibiu os fiéis de receberem a Santa Hóstia nas mãos.

6º Concílio Ecumênico em Contantinopla (680-681)Proibiu os fiéis de receberem a Santa Hóstia nas mãos, ameaçando os transgressores com a pena de Excomunhão.

Papa Paulo VI (1963-1978)"Este método [na língua] deve ser mantido." - Carta Apostólica "Memoriale Domini"

Papa João Paulo II (1978-2005)"Não é permitido que os próprios fiéis peguem o Pão Consagrado e o Cálice Sagrado, menos ainda que eles os passem uns para os outros". (Inaestimabile Donum, 17/04/1980, sec. 9)

"O pão que vos hei de dar é a minha carne para vida do mundo". (Jo 5, 52)

"Tomai e comei: isto é o meu corpo, que será entregue por vós; fazei isto em minha memória". (Mt 26 e 2Cor 11)

"Quem come a minha carne e bebe o meu sangue fica em mim e eu nele"(Jo 6, 57)

"As palavras que vos tenho dito são espírito e vida". (Jo 5, 64)

Leia o texto à seguir:

"A Idéia primeira sobre a instituição dos ministros da Eucaristia, veio da Maçonaria, que já estava infiltrada na Igreja com a missão de destruí-la começando de seu interior. Eles chegaram a conclusão que conseguindo que a Sagrada Comunhão fosse distribuida pelos próprios leigos, diminuiriam bastante o valor sacro desse sacramento, tornado assim uma atitude corriqueira, que o valor que Ela contém seria amenizada. Desta forma infiltrados em Conferências Epíscopais, conseguiram de Roma tal tolerância,em permitir o seu uso."

O texto acima foi retirado de um livro onde trata de assuntos relacionados ao tema: "Maçonaria X Igreja Católica". De início, a idéia de leigos entregarem a Santa Comunhão a outros leigos iria diminuir (e muito!) o valor do Sacramento. Depois do batismo e da confirmação, este deve ser um dos sacramentos menos valorizados por parte dos "católicos" que não são tão "praticantes" ou que não dão um merecido valor à Igreja.

Com esta novidade, o que era um momento solene, se tornou algo comum. Como se o momento da comunhão fizesse parte de um "rito qualquer" da Missa. Os leigos não possuem poder nem autoridade nenhuma para distribuirem a Santíssima Eucaristia para outros leigos, isto é uma tarefa única e exclusivamente do sacerdote. Com este desvalorizamento do sacramento, muitas pessoas comungam apenas por comungar, indo contrário ao que diz São Paulo em uma de suas cartas aos Conríntios:

"Por isso, todo aquele que comer do pão ou beber do cálice do Senhor indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Portanto, cada um examine a si mesmo antes de comer deste pão e beber deste cálice,pois aquele que come e bebe sem discernir o Corpo, come e bebe a própria condenação." (1Cor 11, 27-29)


Fonte: http://catolicostradicionais.blogspot.com.br/

Trecho do livro "Milagres da Hóstia Santa" - Milagre Eucarístico ocorrido na Palestina



"Os muçulmanos são pagãos. Não admitem a divindade de Jesus e odeiam os cristãos. Muitas vezes, em seus países, os perseguiram duramente, fazendo elevado número de mártires da fé católica." (ROMANO. Milagres da Hóstia Santa, editora Paulinas, 1956)





http://advhaereses.blogspot.com.br/

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Do Sacramento do Altar - Devota exortação à sagrada comunhão (Parte III)


Devota exortação à sagrada comunhão

Para melhor refletirmos à respeito da importância de se receber bem Sagrada Comunhão



Ó graça admirável e oculta deste Sacramento, que só dos fiéis de Cristo é conhecida, mas que os infiéis e escravos do pecado não podem experimentar! Neste Sacramento se dá a graça espiritual, recupera a alma a força perdida, refloresce a formosura deturpada pelo pecado. Tamanha é, às vezes, esta graça, que, pela abundância da devoção recebida, não só a alma, mas ainda o corpo fraco sente-se munido de maiores forças.


É, porém, muito para chorar e lastimar a nossa tibieza e negligência, o pouco fervor em receber a Jesus Cristo, em quem reside toda a esperança e merecimento dos que se hão de salvar. Porque ele é a nossa santificação e redenção, ele o consolo dos peregrinos e o gozo eterno dos santos. E assim é muito pra chorar o pouco caso que tantos fazem deste salutar mistério, sendo ele a alegria do céu e a conservação de todo o mundo. Ó cegueira e dureza do coração humano, que tão pouco estima esse dom inefável, antes, com o uso cotidiano que dele faz, chega a cair na indiferença!


Pois, se esse augusto Sacramento se celebrasse num só lugar e fosse consagrado por um só sacerdote no mundo, com quanto desejo imaginas que acudiriam os homens a visitar aquele lugar e aquele sacerdote a fim de assistir à celebração dos divinos mistérios? Agora, porém, há muitos sacerdotes, e em muitos lugares Cristo é oferecido, para que tanto mais se manifeste a graça e o amor de Deus para com os homens, quanto mais largamente é difundida pelo mundo a sagrada comunhão. Graças vos sejam dadas, bom Jesus Pastor eterno, que vos dignais sustentar-nos a nós, pobres e desterrados, com vosso precioso corpo e sangue, e até convidar-nos, com palavras de vossa própria boca, à participação desses mistérios, dizendo: Vinde a mim todos que penais e estais sobrecarregados, e eu vos aliviarei.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A Primeira Procissão do Santíssimo Sacramento em Lourdes em 1888




As grandes peregrinações de Lourdes, após a que se efetuou em 1888, revestem-se agora de um caráter particular: a procissão eucarística, em que o Divino Sacramento faz refulgir sua glória e seu poder. De certo, o Salvador Jesus não era esquecido, anteriormente, nas piedosas homenagens prestadas à sua Santa Mãe; sem dúvida, igualmente. Maria operava as suas curas admiráveis nos corpos e nas almas, pela virtude omnipotente de seu Filho, cuja Presença real domina o recinto da Gruta bendita, visto que somente Deus é autor de toda maravilha. Mas, naquele ano, conforme refere o Jornal de Lourdes, "aprouve à nossa boa Mãe ocultar-se para fazer manifestar-se com mais esplendor seu divino Filho na Eucaristia."

O dia 21 de agosto de 1888 foi, para a peregrinação nacional, um dia de provação: registraram-se poucos milagres e, à tarde, desabou uma tremenda tempestade que impediu de se realizar a costumada procissão das lanternas. Diante da tristeza dos peregrinos, que, contudo, não haviam perdido a confiança, um pensamento do céu ocorreu de repente a um piedoso Sacerdote. Fazer-se uma aclamação triunfal ao Santíssimo Sacramento e, enquanto o Deus da Eucaristia passasse no meio dos doentes, a multidão prorrompesse em aclamações, repetindo as mesmas súplicas com que se obtiveram milagres do Salvador durante sua vida mortal. O projeto foi acolhido, naturalmente, com entusiasmo.
No dia seguinte, às quatro horas da tarde, Jesus-Hóstia saía da Basílica precedido e acompanhado por inúmeros fiéis empunhando círios. Após a Bênção, na Gruta, começaram as invocações, assinaladas por uma alegria e fervor indescritíveis. Um impulso de entusiasmo divino dominava a assembleia. De todos os catres, de todos os leitos, de todas as carruagens em que os enfermos se apresentavam, alguma coisa de súplice e tocante se fazia ouvir, e a multidão, num movimento unânime, clamava ao Filho da Imaculada, como outrora o paralítico e o cego de Jericó: "Se quiserdes, Senhor, me podeis curar!"

Eis que, diante da Gruta, oito doentes se levantaram. Como descrever esta cena? Ao ser entoado o Magnificat, foi impossível conter as lágrimas.

E, depois, todos os anos, nas procissões numerosas que passam diante da Gruta milagrosa, constata-se o mesmo entusiasmo de fé, igual ardor de oração por parte dos fiéis, e, da parte de Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento, iguais prodígios de sua misericordiosa omnipotência. Verdadeiramente, Maria preparou, em Lourdes, o triunfo de seu Filho Sacramentado.

(Os Milagres históricos do Santíssimo Sacramento,
pelo Pe. Eugenio Cout)

PRÁTICA — Pedir a Maria pela fiel perseverança das almas consagradas a Jesus no claustro ou no mundo.

JACULATÓRIA — Ó Maria, quais criancinhas recém-nascidas, nós vos pedimos o leite espiritual de nossas almas, Jesus Eucaristia.

A Vida de Adoração em União com Maria (Parte II - Final)




II. Examinai vossa vida passada! Não é verdade que já tínheis uma grande devoção a Maria Santíssima antes mesmo de vos dedicardes à Eucaristia? Suspiráveis por seu amor e por sua pureza, embora sem conhecer a sua vida eucarística. Já dizíeis: "Oh! se eu possuísse as virtudes de minha Mãe Santíssima, para servir a Jesus!" Era esse um primitivo atrativo. Fazíeis então como a criancinha que, não podendo pegar na mão de sua mãe, a segura pelo avental ou pela saia, e se esta se afasta um instante, julga que está perdida.
A mãe constitui um centro, e permanece sempre um centro; sentimos a necessidade de viver com ela e de permanecer ao seu lado.

A Santíssima Virgem não é como os santos, que concede certas e determinadas graças. Maria concede todas as graças e por isto sempre necessitamos d'Ela.

É ainda a mãe que ensina ao filhinho as palavras que agradarão ao pai; é ela quem compõe o cumprimento que deverá recitar; e ainda quem prepara o banquete ao gosto do pai. Percebeis onde quero chegar? Quero vos dizer: adorai o Nosso Senhor em companhia da Santíssima Virgem, Não digo permanecei n’Ela; não, Jesus ai está diante de vós para irdes diretamente a Ele, porém fazei-o sem Maria, vivei com Ela e n’Ela; visto que Nosso Senhor vô-LA deu como diretora, jamais deveis adorar sem Ela. Dizei-lhe: "Minha boa Mãe, acompanhai-me; a mãe sempre acompanha seu filho; sem vós nada saberei dizer."

Imaginai ver Maria de joelhos no Cenáculo; vede-A adorando seu Filho oculto na Eucaristia. Oh! quão agradável era a Jesus o que lhe dizia sua Mãe! Como sabia comover o coração do seu Filho! Ajoelhai-vos, pois ao lado de Maria: não queirais caminhar só, não andeis adiante, mas permanecei ao lado d'Ela, fazendo com Ela uma única adoração, apresentando a mesma homenagem. "Oh! Jesus, eu não sei adorar, mas ofereço-vos as palavras, os transportes do coração de vossa Mãe, que é também minha: não sei adorar, mas repetir-vos-ei sua adoração pelos pecadores, pela conversão do mundo e por todas as necessidades da Igreja."

Desse modo contentareis o coração de Maria. Ela vos mostrará a Jesus dizendo-Lhe: "Oh! meu Filho, vede como eu revivo nesta alma, como continuo a adorar-vos nela e por ela!"

Oh! sim, se alguém deve honrar, amar o servir a Maria, é certamente aquele que faz profissão de viver pela Eucaristia, porque precisa de Maria para adorar; na adoração, Maria e o adorador devem se identificar. Ah! deixai que a Santíssima Virgem governe vossa vida, deixai que Ela vos leve a Jesus! Maria só deseja uma coisa: a glória de Seu Divino Filho e a vossa felicidade.

domingo, 11 de novembro de 2012

Do Sacramento do Altar - Devota exortação à sagrada comunhão (Parte II)


Devota exortação à sagrada comunhão

Para melhor refletirmos à respeito da importância de se receber bem Sagrada Comunhão




Demais, há grandíssima diferença entre a arca da aliança com suas relíquias e vosso puríssimo corpo com suas inefáveis virtudes; entre aqueles sacrifícios da lei, que eram apenas figuras do futuro, e o sacrifício verdadeiro de vosso corpo, que é o cumprimento de todos os sacrifícios antigos. Por que, pois, se me não acende melhor o meu coração na vossa adorável presença? Por que me não preparo com maior cuidado para receber vosso santos mistério, quando aqueles santos patriarcas e profetas, reis e príncipes, com todo o povo, mostraram tanta devoção e fervor no culto divino?



Com religioso transporte dançou o piedosíssimo rei Davi diante da arca da aliança, em memória dos benefícios concedidos outrora a seus pais; mandou fabricar vários instrumentos musicais, compôs salmos e ordenou que se cantassem com alegria, e ele mesmo os cantava muitas vezes ao som da harpa; ensinou ao povo de Israel a louvar a Deus de todo o coração e engrandecê lo e bendizê-lo todos os dias, a uma voz. Se tanta era, então, a devoção e o fervor divino diante da arca do testamento, quanta reverência e devoção devo eu ter agora, e todo o povo cristão, na presença do Sacramento e na recepção do preciosíssimo corpo de Cristo!


Correm muitos a diversos lugares para visitar as relíquias dos santos, e se admiram ouvindo narrar os seus feitos; contemplam os vastos edifícios dos templos e beijam os sagrados ossos, guardados em seda e ouro. E eis que aqui estais presente diante de mim, no altar, vós, meu Deus, Santo dos santos. Criador dos homens e Senhor dos anjos. Em tais visitas, muitas vezes é a curiosidade e a novidade das coisas que move os homens; e diminuto é o fruto de emenda que recolhem, principalmente quando fazem essas peregrinações com leviandade, sem verdadeira contrição. Aqui, porém, no Sacramento do Altar, vós estais todo presente, Deus e homem, Cristo Jesus; aqui o homem recebe copioso fruto de eterna salvação, todas as vezes que vos recebe digna e devotamente. Aí não nos leva nenhuma leviandade, nem curiosidade ou atrativo dos sentidos, mas sim a fé firme, a esperança devota e a caridade sincera.


Ó Deus invisível, Criador do mundo, quão maravilhosamente nos favoreceis, quão suaves e ternamente tratais com vossos escolhidos, oferecendo-vos a vós mesmo como alimento, neste Sacramento! Isto transcende todo entendimento, isto atrai os corações dos devotos e acende o seu amor. Porque esses teus verdadeiros fiéis, que empregam toda a sua vida na própria emenda, recebem muitas vezes deste augusto Sacramento copiosa graça de devolução e amor à virtude.